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O presidente do Sinditêxtil-SP, Alfredo Emílio Bonduki, e o diretor superintendente da Abit, Fernando Pimentel, se reuniram na última quinta-feira (29) com representantes do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), na sede da entidade, no Rio de Janeiro. O principal tema discutido foi a proposição de medidas para aumentar a competitividade da indústria têxtil e de confecção nacional no que concerne às linhas de fomento e financiamento oferecidas pelo BNDES às empresas. Além disso, a Abit e o Sinditêxtil-SP propuseram também ajustes nos instrumentos e mecanismos já existentes no BNDES com o objetivo de oferecer maior apoio técnico e financeiro ao empresário do setor têxtil.

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Alessandro Pascolato, Alfredo Emílio Bonduki, presidente do Sinditêxtil, Ana Costa e Julio Ramundo, do BNDES, e Fernando Pimentel, superintendente da Abit

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Empresários da indústria têxtil apontaram os entraves que encontram para conseguir acesso às linhas de financiamento e às demais ferramentas de fomento – capital de giro, inovação, tecnologia – disponibilizadas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O debate ocorreu durante o workshop "Desafios e Oportunidades da Política de Desenvolvimento Produtivo", realizado pelo Departamento de Competitividade (Decomtec) da Fiesp, no dia 22 de outubro, na sede da entidade.


"Para o governo liberar as medidas de incentivo é necessário apresentar projetos extensos e complicados, que pouquíssimos especialistas sabem fazer e, portanto, cobram caro por eles", observou Rui Souza, dono de uma empresa de moda masculina. Dessa forma, continuou o empresário, as grandes indústrias são privilegiadas, pois para elas o pagamento pela confecção dos projetos não é tão oneroso.

Mesmo quando as empresas conseguem acesso aos incentivos, encontram mais obstáculos na burocratização do processo de financiamento, esclareceu o empreendedor Fábio Cazarotti, que possui uma indústria de tecido de poliéster. "O governo atrasa os pagamentos das parcelas, às vezes por mais de seis meses, o que força a indústria a desembolsar um grande capital para poder continuar com o projeto", denunciou Cazarotti. Para ele, o governo deveria garantir o cumprimento total dos créditos, dentro dos prazos estipulados.

O economista-chefe da ABIT/Sinditêxtil-SP, Haroldo da Silva, ressaltou a importância da expansão do segmento para o mercado internacional, assim como a necessidade de manter o nível de competitividade das empresas nacionais. "Produtos estrangeiros estão entrando com facilidade e baixos custos no País", apontou. Neste sentido, Silva destacou a necessidade de o Itamaraty fechar acordos bilaterais com outros centros financeiros, especialmente com a União Europeia. "Na exportação de calças jeans brasileiras aos Estados Unidos, por exemplo, há um acréscimo de 17% no preço do produto. Já a Nicarágua não paga imposto, devido ao acordo que fez com o país”, sublinhou.

Além disso, os produtos nacionais deveriam competir em grau de igualdade com os de fora, quando a venda for para os governos federal e estaduais, sugeriu o economista. Na sua opinião, a desoneração na folha de pagamento dos funcionários também seria uma medida para ampliar a competitividade brasileira, já que a mão de obra é o elemento mais caro do segmento.

Segundo o coordenador-geral de Inovação Tecnológica do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), Reinaldo Fernandes Danna, os principais entraves das empresas às linhas de financiamento do governo são a falta de conhecimento dos incentivos do BNDES e a pequena prioridade que os empreendedores dão ao desenvolvimento tecnológico. "Há desinteresse por parte delas [indústrias] em se desenvolver", afirmou. Porém, Danna disse que o Ministério está promovendo inúmeros encontros estaduais, seminários e fóruns para difundir e explicar as medidas oferecidas pelo Estado, como a Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (CNCTI), que ocorrerá em maio do ano que vem.

"A finalidade da conferência é fortalecer as redes regulamentais, tecnológicas e de inovação, principalmente para indústrias de pequeno porte. Queremos garantir a competitividade e a qualificação dos recursos humanos para elas”, conclui.

Fonte: FIESP

 

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O Governo Federal, por meio do BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, anunciou medidas inéditas que visam estimular a retomada do nível de atividades do setor produtivo.

Dentre as medidas anunciadas, merecem destaque as novas condições das linhas Finame BNDES que, pela primeira vez na história do País, oferecerão condições equivalentes às praticadas nos Países desenvolvidos: taxa de juros fixa de 4,5% ao ano, com até 2 anos de carência e prazo de 10 anos para pagar e, ainda, com possibilidade de até 50% em capital de giro, já embutido no financiamento da máquina a ser adquirida.

O momento pode ser ideal para que as empresas retomem os seus projetos de investimentos ou, até mesmo, para que substituam seus equipamentos antigos por outros mais atualizados tecnologicamente. Porém, essas condições de financiamento irão vigorar somente até o dia 31 de dezembro deste ano.

Para mais informações, acesse www.bndes.gov.br

 

 

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Seg, 17 de agosto de 2009 00:00

Cartão BNDES: novas linhas de financiamento


O Sinditêxtil-SP recebeu em sua sede, no dia 13 de agosto, um workshop do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que apresentou as novas formas e linhas de financiamentos que são proporcionados através do cartão BNDES. São cinco linhas que agregam a diferentes necessidades e tamanhos de negócios.

“Essas linhas de financiamento certamente trarão bons frutos aos empresários. O cartão do BNDES é um estimulante para o desenvolvimento nacional, com taxas de juros que não são abusivas e com prazos de pagamentos de até 48 meses”, comentou Jorge Moraes, representante do Banco. O cartão pode ser utilizado na aquisição de 110 mil itens de variados setores da economia, que podem ser encontrados no Portal de Operações do BNDES pelos fornecedores credenciados, incluindo insumos para o setor têxtil.

Foram apresentadas no evento cinco linhas de financiamento, que agregam a empresas de micro, pequeno, médio e grande porte.

FINEM - Apóia projetos de investimentos destinados à implantação, expansão e modernização de empresas. Podem ser financiados máquinas e equipamentos novos de fabricação nacional, credenciados pelo BNDES, ou importados sem similar nacional, bem como capital de giro associado ao investimento, entre outros itens.

Exim pré-embarque - Financiamento ao exportador, na fase pré-embarque, da produção destinada à exportação de serviços e bens indicados na Relação de Produtos Financiáveis. As operações são realizadas por meio das instituições financeiras credenciadas e são destinadas a empresas exportadoras de qualquer porte.

Exim pós-embarque - Apoio à comercialização, no exterior, de bens constantes na Relação de Produtos Financiáveis e/ou de serviços brasileiros, através das modalidades Supplier’s credit e Buyers’s credit. Esta linha de financiamento destina-se a empresas exportadoras de bens e/ou serviços de qualquer porte.

BNDES Automático - Apóia projetos de implantação, ampliação, recuperação e modernização de empresas, incluindo obras civis, montagens e instalações, aquisição de equipamentos novos - de fabricação nacional – e capital de giro associado ao projeto cujo valor do projeto seja de até R$ 10 milhões.

FINAME – é uma linha de crédito destinada a empresas de micro e pequeno porte, localizadas em qualquer região do país. São utilizados recursos do BNDES para financiar a aquisição de máquinas e equipamentos nacionais novos, cadastrados na Agência Especial de Financiamento Industrial (FINAME), e capital de giro associado à aquisição isolada de equipamentos.

Para acessar a apresentação feita durante o workshop, clique aqui ou para mais informações, acesse o portal doBNDES.


 

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Foi aprovada pela diretoria do BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social), a inclusão de novos itens que poderão ser financiados pelo cartão BNDES. Agora o cartão pode ser utilizado para o pagamento de serviços de certificação, inspeção, ensaios e calibração acreditados pelo Inmetro. Entre os serviços de Certificação, os mais conhecidos são as normas ISO 9000 e o ISO 14000.

 

Dessa forma, o BNDES procura estimular a competitividade das micro, pequenas e médias empresas brasileiras (MPEs), através da melhoria de produtos e processos. Trata-se de uma medida que trará credibilidade nas fabricações de produtos têxteis e facilidade na aquisição de maquinários melhores e mais eficientes. Também serão beneficiadas as micro e pequenas exportadoras, das quais, em geral, é exigida uma certificação que atenda aos padrões internacionais.

 

O cadastro de empresas é feito exclusivamente pelo portal do cartão BNDES e atualmente conta com nove mil fornecedores credenciados que oferecem mais de 90 mil itens financiáveis. Desde o seu surgimento, em 2003, foram habilitados mais de 143 mil cartões. Financiamento pode ser feito em até 36 vezes.

 

 

Leia matérias relacionadas :

Inmetro:

http://www.inmetro.gov.br/noticias/verNoticia.asp?seq_noticia=2736

 

Cartão BNDES:

www.cartãobndes.gov.br

 

ABIT:

http://www.abit.org.br/site/noticia_detalhe.asp?controle=2&tipo=1&id_menu=20&idioma=PT&id_noticia=2933&#ancora

 

http://www.abit.org.br/site/noticia_detalhe.asp?controle=2&tipo=2&id_menu=20&idioma=PT&id_noticia=847&#ancora

 

FONTE: Redação

 

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Qui, 14 de junho de 2007 00:00

A taxa de câmbio é um crime social

O conjunto de medidas anunciadas anteontem (12) pelo Governo para ajudar os setores prejudicados pelo dólar barato não empolgou a totalidade dos industriais sediados em Jundiaí. O titular regional da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), George Tomic, é um dos que não vê compensações nos R$ 3 bilhões destinados a financiamentos.

"Os setores não estão preocupados com os investimentos. Nós queremos é vender", enfatizou o titular na manhã de ontem, ao telefone. Tomic estava em Brasília, onde participou de uma audiência pública na Câmara. Na reunião, o titular do Fiesp abordaria justamente os problemas econômicos enfrentados pelo setor industrial. "O que queremos é desoneração tributária e trabalhista. O governo está nos acenando com recursos, mas não é isso que vai resolver os nossos problemas."

O pacote governamental prevê, entre outras coisas, a abertura de três linhas de crédito no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no valor de R$ 3 bilhões. As taxas de juros desses empréstimos serão subsidiadas pelo Tesouro Nacional. Apenas as empresas dos setores de calçados e artefatos de couro, têxtil, confecções e móveis, com faturamento de até R$ 300 milhões por ano, terão acesso a elas.

Outra medida é a mudança da tributação das importações de vestuário, com o objetivo de coibir a prática de subfaturamento dos produtos estrangeiros que ingressam no País. "Esta é a medida mais efetiva, principalmente para o setor têxtil", enfatizou. Com o real valorizado frente ao dólar, produtos importados chegam com mais facilidade - e com menores preços - ao mercado brasileiro e competem com a indústria nacional. "A taxa de câmbio é um crime social. Nós estamos perdendo emprego."

Ciesp

"É uma iniciativa positiva", analisou Vandermir Francesconi Junior, diretor-titular do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp). "Os setores contemplados são realmente os que mais sofrem com a valorização do real e com os importados da China. Essa ajuda permitirá a manutenção de empregos nesses setores."

Francesconi considerou positiva a suspensão da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e do Programa de Integração Social (PIS) na aquisição de insumos e bens de capital para as empresas que exportam mais de 60% da produção. Até então, apenas as empresas que exportavam mais de 80% tinham o benefício. "Só precisamos ficar atentos às regras dos financiamentos. Dependendo a burocracia, poderemos definir o quão abrangente será o programa."

FONTE: Jornal de Jundiaí

 

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No dia 3 de maio, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo - FIESP e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES promovem a palestra “PROCOMP: Programa de Competitividade das Empresas Industriais”. O objetivo é apresentar o novo programa do Banco, para financiamento de capital de giro, às empresas que efetuaram investimentos, nos últimos três anos, em ativos tangíveis e intangíveis. A linha de capital de giro tem prazo de 36 meses.

Inscrições, clique aqui.

Anote: Palestra PROCOMP

Local: FIESP – Av. Paulista, 1313 – SP – 4º andar
Horário: das 9h30 às 12h30

FONTE: Redação
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Ministro Fernando Pimentel e Alfredo Bonduki, presidente do Sinditêxtil-SP

O presidente do Sinditêxtil-SP, Alfredo Bonduki, foi recebido ontem (2) pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Fernando Pimentel. O primeiro compromisso oficial de Bonduki , em Brasília, à frente da presidência do Sindicato, também contou com a presença do presidente da ABIT, Aguinaldo Diniz Filho, entre outros empresários do setor têxtil e de confecção brasileiro.

Na pauta do encontro, os representantes do setor colocaram ao ministro a necessidade de aumentar as linhas especiais de financiamento para capital de giro junto ao BNDES, principalmente devido ao aumento do valor das matérias-primas, como é o caso do algodão. Segundo Alfredo Bonduki, foi repassada ao ministro a necessidade de um maior controle das importações asiáticas e mais firmeza nas negociações com a Argentina, que tem dificultado a entrada de produtos brasileiros naquele país.

Sinditêxtil-SP leva reivindicações do setor ao ministro Pimentel

O ministro Fernando Pimentel afirmou que todos os setores da economia brasileira devem ser preservados da importação predatória chinesa, especialmente aqueles que são viáveis e investem, como é o caso do têxtil que tem grande importância dentro do PIB brasileiro.

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