O presidente do Sinditêxtil-SP, Alfredo Emílio Bonduki, e o diretor superintendente da Abit, Fernando Pimentel, se reuniram na última quinta-feira (29) com representantes do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), na sede da entidade, no Rio de Janeiro. O principal tema discutido foi a proposição de medidas para aumentar a competitividade da indústria têxtil e de confecção nacional no que concerne às linhas de fomento e financiamento oferecidas pelo BNDES às empresas. Além disso, a Abit e o Sinditêxtil-SP propuseram também ajustes nos instrumentos e mecanismos já existentes no BNDES com o objetivo de oferecer maior apoio técnico e financeiro ao empresário do setor têxtil.

Alessandro Pascolato, Alfredo Emílio Bonduki, presidente do Sinditêxtil, Ana Costa e Julio Ramundo, do BNDES, e Fernando Pimentel, superintendente da Abit
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Foi aprovada pela diretoria do BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social), a inclusão de novos itens que poderão ser financiados pelo cartão BNDES. Agora o cartão pode ser utilizado para o pagamento de serviços de certificação, inspeção, ensaios e calibração acreditados pelo Inmetro. Entre os serviços de Certificação, os mais conhecidos são as normas ISO 9000 e o ISO 14000.
Dessa forma, o BNDES procura estimular a competitividade das micro, pequenas e médias empresas brasileiras (MPEs), através da melhoria de produtos e processos. Trata-se de uma medida que trará credibilidade nas fabricações de produtos têxteis e facilidade na aquisição de maquinários melhores e mais eficientes. Também serão beneficiadas as micro e pequenas exportadoras, das quais, em geral, é exigida uma certificação que atenda aos padrões internacionais.
O cadastro de empresas é feito exclusivamente pelo portal do cartão BNDES e atualmente conta com nove mil fornecedores credenciados que oferecem mais de 90 mil itens financiáveis. Desde o seu surgimento, em 2003, foram habilitados mais de 143 mil cartões. Financiamento pode ser feito em até 36 vezes.
Leia matérias relacionadas : Inmetro: http://www.inmetro.gov.br/noticias/verNoticia.asp?seq_noticia=2736
Cartão BNDES:
ABIT:
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| FONTE: Redação |
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O conjunto de medidas anunciadas anteontem (12) pelo Governo para ajudar os setores prejudicados pelo dólar barato não empolgou a totalidade dos industriais sediados em Jundiaí. O titular regional da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), George Tomic, é um dos que não vê compensações nos R$ 3 bilhões destinados a financiamentos. "Os setores não estão preocupados com os investimentos. Nós queremos é vender", enfatizou o titular na manhã de ontem, ao telefone. Tomic estava em Brasília, onde participou de uma audiência pública na Câmara. Na reunião, o titular do Fiesp abordaria justamente os problemas econômicos enfrentados pelo setor industrial. "O que queremos é desoneração tributária e trabalhista. O governo está nos acenando com recursos, mas não é isso que vai resolver os nossos problemas." O pacote governamental prevê, entre outras coisas, a abertura de três linhas de crédito no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no valor de R$ 3 bilhões. As taxas de juros desses empréstimos serão subsidiadas pelo Tesouro Nacional. Apenas as empresas dos setores de calçados e artefatos de couro, têxtil, confecções e móveis, com faturamento de até R$ 300 milhões por ano, terão acesso a elas. Outra medida é a mudança da tributação das importações de vestuário, com o objetivo de coibir a prática de subfaturamento dos produtos estrangeiros que ingressam no País. "Esta é a medida mais efetiva, principalmente para o setor têxtil", enfatizou. Com o real valorizado frente ao dólar, produtos importados chegam com mais facilidade - e com menores preços - ao mercado brasileiro e competem com a indústria nacional. "A taxa de câmbio é um crime social. Nós estamos perdendo emprego." Ciesp "É uma iniciativa positiva", analisou Vandermir Francesconi Junior, diretor-titular do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp). "Os setores contemplados são realmente os que mais sofrem com a valorização do real e com os importados da China. Essa ajuda permitirá a manutenção de empregos nesses setores." Francesconi considerou positiva a suspensão da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e do Programa de Integração Social (PIS) na aquisição de insumos e bens de capital para as empresas que exportam mais de 60% da produção. Até então, apenas as empresas que exportavam mais de 80% tinham o benefício. "Só precisamos ficar atentos às regras dos financiamentos. Dependendo a burocracia, poderemos definir o quão abrangente será o programa." |
| FONTE: Jornal de Jundiaí |
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No dia 3 de maio, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo - FIESP e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES promovem a palestra “PROCOMP: Programa de Competitividade das Empresas Industriais”. O objetivo é apresentar o novo programa do Banco, para financiamento de capital de giro, às empresas que efetuaram investimentos, nos últimos três anos, em ativos tangíveis e intangíveis. A linha de capital de giro tem prazo de 36 meses. Inscrições, clique aqui. Anote: Palestra PROCOMP Local: FIESP – Av. Paulista, 1313 – SP – 4º andar |
| FONTE: Redação |
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| Ministro Fernando Pimentel e Alfredo Bonduki, presidente do Sinditêxtil-SP |
O presidente do Sinditêxtil-SP, Alfredo Bonduki, foi recebido ontem (2) pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Fernando Pimentel. O primeiro compromisso oficial de Bonduki , em Brasília, à frente da presidência do Sindicato, também contou com a presença do presidente da ABIT, Aguinaldo Diniz Filho, entre outros empresários do setor têxtil e de confecção brasileiro.
Na pauta do encontro, os representantes do setor colocaram ao ministro a necessidade de aumentar as linhas especiais de financiamento para capital de giro junto ao BNDES, principalmente devido ao aumento do valor das matérias-primas, como é o caso do algodão. Segundo Alfredo Bonduki, foi repassada ao ministro a necessidade de um maior controle das importações asiáticas e mais firmeza nas negociações com a Argentina, que tem dificultado a entrada de produtos brasileiros naquele país.
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| Sinditêxtil-SP leva reivindicações do setor ao ministro Pimentel |
O ministro Fernando Pimentel afirmou que todos os setores da economia brasileira devem ser preservados da importação predatória chinesa, especialmente aqueles que são viáveis e investem, como é o caso do têxtil que tem grande importância dentro do PIB brasileiro.
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