Reunião mensal do Sinditêxtil-SP debate internacionalização

A reunião mensal de Diretoria e Conselho Consultivo do Sinditêxtil-SP, realizada na quinta-feira (20) na sede da instituição, no centro da capital, discutiu a internacionalização, os números do setor, os impactos da reforma tributária e a modernização da jornada de trabalho, entre outros. O encontro foi mediado pelo presidente Luiz Arthur Pacheco.

Convidado por Pacheco, Fernando Pimentel, diretor-superintendente da Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil), destacou os pleitos e as demandas apontadas em audiência com Uallace Moreira Lima, secretário de Desenvolvimento Industrial, Inovação, Comércio e Serviços do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), em Brasília, na semana passada.

Por meio de videoconferência, a deputada estadual Carla Morando (PSDB-SP) explicou a agenda da Frente Parlamentar pelo Desenvolvimento Econômico da Alesp (Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo) desse campo e criticou a guerra fiscal.
“É importante estarmos sempre lutando pelos interesses do setor. O governo, cada dia que passa, está endurecendo mais. Principalmente com a entrada da reforma tributária. A guerra fiscal continua ainda, mais tensa nos outros estados.”

Para falar sobre como levar as empresas têxteis brasileiras ao mundo, Daniel Guerra, da DNA Futures, disse que o Brasil tem um mercado continental que leva o país a crescer muito ao trabalhar no mercado nacional. Isso faz com que, muitas vezes, a internacionalização fique em segundo plano.

“Há oportunidades incríveis, não apenas na Europa, sobretudo como acordo com o Mercosul, assim como em outros países, e na América Latina, nos Estados Unidos.”

Em seguida, Marcos Lima, gerente do escritório da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) de Brasília, apresentou as pautas prioritárias do Sinditêxtil-SP: regulamentação da reforma tributária, NR-1 – Gestão de riscos psicossociais, licença-paternidade e modernização da jornada de trabalho.

Por fim, Haroldo Silva, economista e diretor de Relações Institucionais do Sinditêxtil-SP, comentou os dados do mercado do Brasil e de São Paulo de produção têxtil e vestuário, varejo vestuário, emprego importação de vestuário e IPCA, além de outros índices, em dois períodos – de 2024/2025 e 2025/2026 (ver quadros abaixo).

Divulgação/Sinditêxtil-SP

Divulgação/Sinditêxtil-SP

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