Sinditêxtil-SP cumpre agendas em Brasília

O presidente do Sinditêxtil-SP, Luiz Arthur Pacheco, cumpriu agendas em Brasília na última semana.

Na terça-feira, 10, Pacheco acompanhou o Diretor-Superintendente da ABIT, Fernando Pimentel em audiência com Uallace Moreira Lima, secretário de Desenvolvimento Industrial, Inovação, Comércio e Serviços do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), para tratar de performance do setor têxtil, aumento das importações de confecções de 2025 e 2024 e aumento da alíquota de importação de bens de capital, sobretudo para produtos sem similar nacional.

Na ocasião, foi também pleiteada a exclusão da tributação do Imposto de Importação para 53 posições tarifárias de máquinas e equipamentos da cadeia produtiva têxtil que sabidamente não possuem similar nacional e que, portanto, não seriam passíveis de qualquer tipo de tributação e nem deveriam estar sujeitos à apresentação de novos pedidos de ex-tarifário para isenção de cobrança de imposto de importação.

Na quarta-feira, 11, Pacheco participou do debate “Trabalho, Renda & Produtividade”, organizado pela Frente Parlamentar de Ambiente de Negócios (FPN), em que foram apresentadas propostas para redução e modernização da jornada de trabalho, modelo de implementação e prazo de transição, entre outros.

“Estive em Brasília acompanhando e apoiando a Abit nas discussões relacionadas à redução da jornada de trabalho e fim da escala 6×1. O tema é de extrema relevância para o nosso setor, pois impacta diretamente nos custos e na produtividade das nossas empresas. Seguiremos participando desse intenso debate, sempre almejando que seja objeto de discussão no próximo ano, a fim de que não seja explorado de forma populista e com cunho eleitoral”, afirmou o executivo.

No encontro, Fernando Pimentel destacou que o setor de confecção já trabalha normalmente em 5×2 (40 horas), majoritariamente a mão de obra feminina. A indústria têxtil tem escalas variadas – 6×1, 6×2 e 5,5×1,5, conforme a região e as circunstâncias.

Legenda: o Diretor-Superintendente da ABIT, Fernando Pimentel, e o presidente do Sinditêxtil-SP, Luiz Arthur Pacheco, em reunião da Frente Parlamentar de Ambiente de Negócios (FPN), em Brasília. Crédito: Felipe Soares.

“Aquilo que já vem acontecendo regularmente no mercado, já vem nos trazendo uma posição de negociação e de encontro de soluções por meio dos laborais e dos patronais”, apontou Pimentel. Ele lembrou que na China o trabalhador pode fazer um termo com a empresa caso queira trabalhar mais. A jornada naquele país é de 44 horas.

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